terça-feira, 18 de setembro de 2012
Como uma aluna sem a menor noção de projetos e de Blog...rs. Comecei então, essa jornada junto com meus queridos colegas, a esse mundo de novas tecnologias e de novos aprendizados, muito significativos para minha caminhada como estudante. Valeu muito a pena!!!!!!!!! Bjs para todos, e até a próxima!!!
Renata Moreira
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Cada Fim, um Recomeço!
Como pedra preciosa bruta eu ingressei nesse grandioso e ousado Projeto. Com as investigações, descobertas e aprendizados que adquiri e que pretendo estender infinitamente, hoje me orgulho de finalizar este tão valoroso trabalho de interação com meus brilhantes colegas: Moacir Junior, Delcenir da Silva, Renata Moreira, Roberta Cruz, Gizella Ozório e Carina Magalhães. Muito obrigado a todos pela rica elaboração deste precioso blog. Beijinhos e até a próxima vez!!!
Débora Ramos Gomes
Curiosidade
Você sabe o que é um Xibiu?
Xibiu: é uma denominação para diamantes pequenos ou às pedras preciosas em estado bruto,
quando são cristais longos e com as laterais retas.
O nome foi dado a uma bala, durante os anos 80, pois esta bala tinha um formato
bem parecido com um xibiu: o doce tinha quatro lados e as pontas das
extremidades lembravam pedras preciosas, formando uma ponta.
Uma banda de música baiana chamada FRUTOS TROPICAIS gravou uma música chamada
"Já chupou xibiu" nos anos 80, o que não impediu a gulouseima de cair
no esquecimento
Diamante: O diamante
é um mineral formado pelo carbono quando exposto á altas pressões. Critaliza-se no sistema cúbico e é o mais duro mineral na natureza que se conhece. Entre-tanto, é muito difícil de ser trabalhado(lapidado), pois pode se partir em fragmentos pequenos. Estas duas características fizeram com que o diamante não fosse trabalhado durante muitos anos. É uma das gemas mais caras e cobiçadas do mundo. Os maiores produtores mundiais são : a África do Sul, Austrália e o Brasil. O ¨pó¨ do diamante é usado para polir o aço e outras ligas duras.
O nome foi dado a uma bala, durante os anos 80, pois esta bala tinha um formato bem parecido com um xibiu: o doce tinha quatro lados e as pontas das extremidades lembravam pedras preciosas, formando uma ponta.
Uma banda de música baiana chamada FRUTOS TROPICAIS gravou uma música chamada "Já chupou xibiu" nos anos 80, o que não impediu a gulouseima de cair no esquecimento
Viver é estar sempre em busca do conhecimento
Moacir Junior, Debora
Gomes, Renata Moreira, Roberta Cruz, Gizella Ozório e Carina Magalhães. Foi
ótimo e inesquecível fazer parte desse grupo, coeso e participativo. Aprendi muito com “Minhas Pedras é Ametista” e com essa pesquisa, pude aprender como contextualizar de
forma criativa, trabalhando todas as matérias com os meus futuros alunos e a importância de trabalhar com projeto em equipe. Em especial a você Moacir, deixo os meus sinceros
agradecimentos, sem a tua ajuda e orientação eu não conseguiria chegar até onde
cheguei, que Deus possa iluminar o tem caminho e que em todos os grupos a qual
venha fazer parte, seja de estudo ou de trabalho que tua luz possa brilhar sem
ofuscar o outro. “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele” (Immanuel
Kant).
Me despeço com carinho
a todos desse grupo ao qual fiz parte até esse momento e também as tutoras
dessa disciplina. Foi difícil, mais eu consegui vencer as minhas dificuldades, a união fez toda diferênça.


Abraços
Delcenir Viana da
Silva
domingo, 9 de setembro de 2012
Aprenda com as Pedras
O conhecimento que vem da pedra : Através das pedras podemos nos orientar no espaço e no tempo e descobrir como surgiu o conhecimento sobre a vida, a origem da aprendizagem.
O registro da origem das espécies, dos registros iniciais da escrita e da matématica, da história do tempo e da evolução cientificamente comprovada e registrada em rochas sobre a vida humana e o planeta que vivemos.
Quando os pesquisadores olham para uma camada de rocha, eles olham para todos os fósseis contidos lá, determinando quais espécies viviam no mesmo período. Ao olhar para as camadas de rochas vizinhas, os pesquisadores podem eventualmente determinar como a vida se desenvolveu durante os bilhões de anos da história da Terra. Todas essas descobertas ajudam a criar o registro fóssil: a coleção total de todos os fósseis conhecidos na Terra.
Esses relacionamentos podem dar aos cientistas muitas pistas sobre como a vida mudou com o tempo. Aqui estão alguns exemplos:
• um súbito aumento no número de algas fossilizadas pode estar relacionado a uma mudança no clima e nas fontes de alimento disponíveis;
• pólen fossilizado pode revelar os tipos de árvores e outras plantas que cresciam durante períodos específicos, mesmo se as próprias plantas não foram fossilizadas;
• diferenças nos tamanhos dos anéis em madeira petrificada podem corresponder a mudanças no clima.
Os cientistas podem usar os relacionamentos entre fósseis de diferentes períodos para embasar a teoria da evolução. Por exemplo, um paleontólogo poderia estudar os restos fossilizados de cavalos pré-históricos para determinar como eles se relacionam com os cavalos modernos. As similaridades entre alguns ossos de dinossauros e os ossos dos pássaros de hoje sugerem que alguns dinossauros eventualmente evoluíram para pássaros.
Fósseis transicionais, ou fósseis que exibem características de mais de um tipo de animal, também podem embasar a teoria da evolução. Por exemplo, o crânio mostrado acima é um fóssil de 25 milhões de anos de uma baleia com barbatana. Mas diferentemente das baleias com barbatanas de hoje, essa tinha dentes afiados. Ela parece ser uma etapa intermediária entre as baleias extintas, que tinham pernas e dentes, e as baleias de hoje.
Os cientistas também podem usar os fósseis para identificar espécies de plantas e animais que existem atualmente. Pesquisadores identificaram a espécie de pinheiro mostrada à direita com a ajuda de uma impressão de fóssil de 90 milhões de anos de idade.
Até a origem da matématica, da escrita podem ser comprovadas através de rochas, o que comprova que as pedras contam a história para o homem e do homem em seu habitat natural.
O registro da origem das espécies, dos registros iniciais da escrita e da matématica, da história do tempo e da evolução cientificamente comprovada e registrada em rochas sobre a vida humana e o planeta que vivemos.
Quando os pesquisadores olham para uma camada de rocha, eles olham para todos os fósseis contidos lá, determinando quais espécies viviam no mesmo período. Ao olhar para as camadas de rochas vizinhas, os pesquisadores podem eventualmente determinar como a vida se desenvolveu durante os bilhões de anos da história da Terra. Todas essas descobertas ajudam a criar o registro fóssil: a coleção total de todos os fósseis conhecidos na Terra.
Esses relacionamentos podem dar aos cientistas muitas pistas sobre como a vida mudou com o tempo. Aqui estão alguns exemplos:
• um súbito aumento no número de algas fossilizadas pode estar relacionado a uma mudança no clima e nas fontes de alimento disponíveis;
• pólen fossilizado pode revelar os tipos de árvores e outras plantas que cresciam durante períodos específicos, mesmo se as próprias plantas não foram fossilizadas;
• diferenças nos tamanhos dos anéis em madeira petrificada podem corresponder a mudanças no clima.
Os cientistas podem usar os relacionamentos entre fósseis de diferentes períodos para embasar a teoria da evolução. Por exemplo, um paleontólogo poderia estudar os restos fossilizados de cavalos pré-históricos para determinar como eles se relacionam com os cavalos modernos. As similaridades entre alguns ossos de dinossauros e os ossos dos pássaros de hoje sugerem que alguns dinossauros eventualmente evoluíram para pássaros.
Fósseis transicionais, ou fósseis que exibem características de mais de um tipo de animal, também podem embasar a teoria da evolução. Por exemplo, o crânio mostrado acima é um fóssil de 25 milhões de anos de uma baleia com barbatana. Mas diferentemente das baleias com barbatanas de hoje, essa tinha dentes afiados. Ela parece ser uma etapa intermediária entre as baleias extintas, que tinham pernas e dentes, e as baleias de hoje.
Os cientistas também podem usar os fósseis para identificar espécies de plantas e animais que existem atualmente. Pesquisadores identificaram a espécie de pinheiro mostrada à direita com a ajuda de uma impressão de fóssil de 90 milhões de anos de idade.
Até a origem da matématica, da escrita podem ser comprovadas através de rochas, o que comprova que as pedras contam a história para o homem e do homem em seu habitat natural.
sábado, 8 de setembro de 2012
Ensinando e aprendendo com os recursos naturais
Com esse material, podemos trabalhar: Língua Portuguesa, Matemática,
Ciências, História, Geografia, Física e Química. Sendo a História e Geografia
as principais nesse contexto.
As gemas são
descritas e classificadas por gemólogos através de diferentes especificações
técnicas. Em primeiro lugar, vem sua composição química. Os diamantes, por
exemplo, são constituídos por carbono (C), os rubis e safiras, por óxido de
alumínio (Al2O3). Dependendo da simetria dos cristais, as
gemas são enquadradas em um de sete sistemas cristalinos: cúbico, hexagonal, trigonal,
tetragonal, ortorrômbico, monoclínico ou triclínico. Um outro termo usado é o hábito,
a forma ou combinação de formas que a gema exibe. Como exemplo, os diamantes
cristalizam no sistema cúbico e são encontrados frequentemente na forma octaédrica
A crosta
terrestre é constituída por variada quantidade de rochas, muitas delas formadas
por minerais que podem ser usados pelo homem em suas atividades produtivas. Os
minerais contidos no subsolo servem de matérias-primas para a fabricação de
inúmeros objetos. Desde
as civilizações mais antigas e primitivas até as mais contemporâneas todas
sempre utilizaram os recursos minerais dispostos na natureza.
Basicamente os recursos são divididos em recursos naturais renováveis e não
renováveis.
Os
minerais são extraídos da natureza, mais precisamente do subsolo. Após essa
etapa, que recebe o nome de extrativismo mineral, os minérios seguem para siderúrgicas
onde são forjados ou beneficiados, para então serem transformados em bens de
consumo, como carros, motos, joias, eletrodomésticos, etc. Também são utilizados
na construção civil.
Os
recursos minerais possuem composições físicas e químicas distintas, fato que os
classificam em: minerais metálicos (detêm em sua composição física e química elementos
de metal, o que favorece a condução de eletricidade, por exemplo) e não
metálicos (minerais desprovidos em sua composição física e química de elemento
metálico). Dentre os minerais, existem aqueles de origem orgânica, como os
minerais fósseis que possuem boa capacidade de combustão, tais como o gás
natural, o carvão mineral e o petróleo.
Esses vídeos são maravilhosos.
Quartzo
Magnetita
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Os maiores diamantes do mundo
Maiores
diamantes do mundo são extraídos na Angola
País é o quarto maior produtor de diamantes do
mundo. As pedras são encontradas nos leitos dos rios ou soterradas em
barrancos. Uma das maiores mina de diamantes da África nascem às jóias
mais cobiçadas do mundo.
Quatro pedras na mão, que valem mais de R$ 6 bilhões. Uma bandeja cheia de pedras pode ser vendida por mais de R$ 30 milhões. Os diamantes são eternos e dão brilho às jóias mais valiosas. Estamos falando de peças brutas, que ainda vão ser lapidadas.
Você sabe de onde vêm os diamantes que são vendidos nas principais joalharias do país? Eles vêm de baixo da terra. Um país do tamanho do estado do Pará que fica na Costa Ocidental da África e onde se fala português.
Metade das jazidas do planeta está na África. As pedras são encontradas nos leitos dos rios ou soterradas em barrancos. Crateras imensas, com até 30 metros de profundidade, são abertas para recolher o cascalho. São minúsculas partículas de pedras que brilham no meio da terra.
Um dos rios é o Luembe, na área de prospecção de N’Dambo. “Este rio contém muito diamante. Temos estado a desviar os rios e sempre encontramos diamantes”, conta o geólogo Mateus Muhomgo.
A exploração de diamantes na África está na fase da tecnologia. As máquinas substituem os homens. Não é mais como no tempo dos diamantes de sangue, de Serra Leoa, quando muitas vidas foram perdidas no trabalho escravo, em busca das pedras preciosas. A responsabilidade maior de fazer a triagem dos diamantes é de um brasileiro, do Rio Grande do Norte, Luiz de França. Todos os diamantes da mina em Angola passam pelas mãos de Luiz. Todos os dias. Todos trabalham com luvas para evitar o contato direto com as pedras. Ninguém pode tocar nos diamantes. Eles usam pinças para recolher as pedras preciosas, que se destacam pelo brilho.
O maior diamante encontrado em Angola tinha mais de 91 quilates. É uma das maiores pedras já encontradas nessa mina. Uma semelhante a essa, já trabalhada, de excelente qualidade, foi vendida em Angola por um US$ 1,6 milhão. “Os diamantes maiores, acima de 9.8 quilates, são denominados especiais”.
O presidente da Endiama, a estatal dos diamantes, revela que o potencial de riquezas do país com as pedras preciosas só agora está sendo explorado em grande escala. As jazidas estão praticamente intocadas. Mas, para onde vão os diamantes de Angola?
“A Índia ocupa praticamente o primeiro lugar em matéria de capacidade de lapidação e fazer jóias. Os Estados Unidos compram muito, também. Hoje, a China é um grande mercado. Para o Brasil, não só vendemos como temos sócios brasileiros, que conosco exploram o nosso maior quimberlito, chamado quimberlito Catoca”, diz o presidente da Endiama, Antonio Carlos Sumbula.
Quimberlito é a área de mineração de onde são retirados os diamantes. Essas pedras são a segunda maior fonte de riqueza de Angola, depois do petróleo. Recursos fundamentais para um país que saiu somente a dez anos de uma guerra civil que durou quase três décadas, e quer garantir um futuro para as próximas gerações.
Quatro pedras na mão, que valem mais de R$ 6 bilhões. Uma bandeja cheia de pedras pode ser vendida por mais de R$ 30 milhões. Os diamantes são eternos e dão brilho às jóias mais valiosas. Estamos falando de peças brutas, que ainda vão ser lapidadas.
Você sabe de onde vêm os diamantes que são vendidos nas principais joalharias do país? Eles vêm de baixo da terra. Um país do tamanho do estado do Pará que fica na Costa Ocidental da África e onde se fala português.
Metade das jazidas do planeta está na África. As pedras são encontradas nos leitos dos rios ou soterradas em barrancos. Crateras imensas, com até 30 metros de profundidade, são abertas para recolher o cascalho. São minúsculas partículas de pedras que brilham no meio da terra.
Um dos rios é o Luembe, na área de prospecção de N’Dambo. “Este rio contém muito diamante. Temos estado a desviar os rios e sempre encontramos diamantes”, conta o geólogo Mateus Muhomgo.
A exploração de diamantes na África está na fase da tecnologia. As máquinas substituem os homens. Não é mais como no tempo dos diamantes de sangue, de Serra Leoa, quando muitas vidas foram perdidas no trabalho escravo, em busca das pedras preciosas. A responsabilidade maior de fazer a triagem dos diamantes é de um brasileiro, do Rio Grande do Norte, Luiz de França. Todos os diamantes da mina em Angola passam pelas mãos de Luiz. Todos os dias. Todos trabalham com luvas para evitar o contato direto com as pedras. Ninguém pode tocar nos diamantes. Eles usam pinças para recolher as pedras preciosas, que se destacam pelo brilho.
O maior diamante encontrado em Angola tinha mais de 91 quilates. É uma das maiores pedras já encontradas nessa mina. Uma semelhante a essa, já trabalhada, de excelente qualidade, foi vendida em Angola por um US$ 1,6 milhão. “Os diamantes maiores, acima de 9.8 quilates, são denominados especiais”.
O presidente da Endiama, a estatal dos diamantes, revela que o potencial de riquezas do país com as pedras preciosas só agora está sendo explorado em grande escala. As jazidas estão praticamente intocadas. Mas, para onde vão os diamantes de Angola?
“A Índia ocupa praticamente o primeiro lugar em matéria de capacidade de lapidação e fazer jóias. Os Estados Unidos compram muito, também. Hoje, a China é um grande mercado. Para o Brasil, não só vendemos como temos sócios brasileiros, que conosco exploram o nosso maior quimberlito, chamado quimberlito Catoca”, diz o presidente da Endiama, Antonio Carlos Sumbula.
Quimberlito é a área de mineração de onde são retirados os diamantes. Essas pedras são a segunda maior fonte de riqueza de Angola, depois do petróleo. Recursos fundamentais para um país que saiu somente a dez anos de uma guerra civil que durou quase três décadas, e quer garantir um futuro para as próximas gerações.
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